Não sei o que se passa comigo. Depois de tanto tempo a lutar para te empurrar para o lugar mais fundo do meu coração, tu apareces e inflamas a parte mais sensível do meu peito como se não houvesse amanhã, e eu deixo-me ir sem conseguir travar esta torrente de emoções. E depois? Vais-te aos poucos e eu fico. Fico sem saber para onde ir, sem saber onde me agarrar, fico sem ti. A verdade é que ainda estás em mim e eu não posso negar isso a mim própria. E a pergunta que coloco é: o que se vai passar a seguir? Não sei a resposta, limito-me a ver passar o tempo e a tentar por-te no lugar mais fundo do meu coração com medo que voltes a contagiar-me com esse teu calor permanente.

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