31 dezembro, 2011


"A luz do sol está a fraquejar, parece que o mundo quer acabar. Mas eu, eu não te quero perder.
Se o tempo voltar atrás, eu serei, tudo aquilo que eu não soube ser.
E sempre que falo contigo, corre mal, tu não queres ouvir, partes a fugir. E eu não consigo, ficar para trás, viver sem ti.
E mesmo na sombra, eu sonho e brilho por ti. E mesmo na sombra, eu sonho e brilho por ti.
Há um eclipse total eu mergulho no escuro e só penso em ti. Com a magia no ar e a lua a dançar, Há um eclipse total eu mergulho no escuro e só penso em ti. (...)"

29 dezembro, 2011


Eu nunca me separo de ti. Tu estás sempre aqui, dentro do meu coração.

14 dezembro, 2011

“E sei que não é isto o esquecimento, porque esquecer alguém é como enterrar um parente e eu nunca te enterrei no meu coração, apenas te empurrei para um canto pequeno que já não pesa nem dói, uma espécie de pequena cicatriz que, agora sei, não mais voltará a abrir. A verdade é que quando amamos alguém nem sempre guardamos esse amor. Mas tu tiveste sorte, tens sempre sorte comigo porque tenho sempre tempo e vontade de te ver e de te ouvir, nunca deixei de ser tua amiga e a tua melhor confidente, como se o amor que tive por ti nunca me tivesse traído. (…) O amor é muito mais do que o amor que nos ensinaram nos livros. O amor está em cada gesto que fazemos, tem as cores da amizade, da devoção, da maternidade, da família, do trabalho, da casa, da vida de todos os dias. É para dar e receber, é para usufruir sem pensar, é para apreciar sem agradecer. O amor está antes e depois de tudo, nunca se esquece nem se apaga, porque há sempre uma nova forma de o viver.”
Margarida Rebelo Pinto

1moretime


Hoje vi-te. Se queres que seja sincera, já tinha saudades de te ver. Por um lado porque estava habituada a ver-te constantemente, por outro lado porque queria saber o que sinto ao ver-te. A verdade é que é como se o tempo não passasse por mim. As semanas parecem minutos sem fim dos quais tu não sais do meu pensamento, do meu coração. Os dias passam por mim e é como se eu não os visse. Dou por mim a tentar encontrar-te, e no momento em que não o estou a fazer, tu apareces.
Estou a ler um livro, aliás já acabei o primeiro. Ele deixou o deserto, mas quando lá estava a areia desgastou-o tanto que até os seus olhos já estavam a sangrar. Eu preciso que isto me desgaste, que me faça sentir sem nada, mas que no fim, finalmente, desapareça e eu possa voltar a deixar de sentir medo. Tu és uma parte de mim, disso não há qualquer dúvida. Ah, outra coisa que preciso de te contar, às vezes parece que sinto que fazes do meu coração uma esponja. Há dias em que o apertas tanto que não consigo estar sem te escrever. Agora é a única maneira de te sentir perto de mim.

09 dezembro, 2011


Éramos simplesmente as duas metades de um todo.

20 novembro, 2011

Amar é...

sentir-te perto de mim, mesmo quando estás longe.

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Eu não sabia onde estava. Se me perguntares agora, continuo sem saber. O tempo corre e passa por mim como se eu nao fizesse parte do seu caminho. Quero-me deixar levar pela maré, mas existe uma espécie de âncora que me dificulta os movimentos.
Tu és o meu mar. Envolves-me o corpo todo, e tu sabes como adoro estar repleta de água. Sinto-me bem quando estás em mim. Mas, por favor, dá-me ondas. Deixa-me nadar. E se nadássemos juntas? Que me dizes? Sei que tens medo. Não vemos nada à nossa volta, mas ficarmos paradas é morrer, e isso não torna saudável este vínculo que temos entre nós. Os perigos existem, é certo. Mas a vida é vivida com aventuras e às vezes faz bem arricarmos, desde que não desistamos devido aos contra-tempos que daí surgirem.
Preciso de te falar. Lembrar-te (me) que o caminho não está feito. Somos nós que o construimos.
Sabes, na verdade, nós não vivíamos nem vivemos num mundo à parte. O que nos caracteriza é a nossa capacidade de criarmos uma esfera privada na qual só nós temos acesso. E sabes outra coisa que jamais irás ter a certeza? Sinto muito a tua falta. Tenho saudades tuas.
Posso ter uma borracha na mão, mas não a quero utilizar aos poucos. Quando, e se esse dia chegar, aí não irei apagar nada. Apenas "deixar para trás". Infelizmente ou felizmente (depende, e tu sabes) estás sempre presente em mim; com ou sem pulseiras, anéis, roupa, olhares, beijos, jogos, conversas alheias...enfim, nada disto é preciso para te sentir dentro de mim.
Cada passo que dou relembra-me os que dei para ti e faz-me querer voltar a dá-los. Sinto falta do meu porto seguro. Honestamente, deixas saudade.
Um beijo,