23 janeiro, 2012


Atra esterní ono thelduin
Atra guliä un ilian tauthr ono un atra ono waíse sköliro fra rauthr
Atra du evarínya ono varda.
vinte-e-três.

O meu sol pode ter deixado de chegar em certos momentos do meu dia, e pode ainda haver dias em que vivo para ti, apesar de tu já não estares presente na minha vida, mas eu continuo a viver. Vivo com outro propósito, aproveitando todos os segundos do meu dia em tudo o que puder, enquanto tu estás sempre presente no meu subconsciente. Não sei o que estás a fazer, nem sei se pensas em mim, nem sequer como estás... Mas faça o tempo que fizer, consigo sentir o que outrora fez parte da minha vida, e sinto a tua falta constantemente, que até dói.

21 janeiro, 2012

vinte e um.


“I miss you when something really good happens, because you are the one I want to share it with. I miss you when something is troubling me, because you are the one who understands me so well. I miss you when I laugh
and cry because I know that you are the one that makes my laughter grow and my tears disappear. I miss you all the time, but I miss you most when I lay awake at night and think of all the wonderful times we spent with eachother; for those were some of the best times of my life.”

16 janeiro, 2012

*à parte*

Os que amamos são frequentemente os que mais distantes se encontram de nós.

15 janeiro, 2012

tenho um novo nome para dar à dor.
















Qual é?
A Anaquiladora. Porque, quando estamos em sofrimento, nada mais pode existir. Nem o pensamento. Nem o sentimento. Apenas o impulso no sentido de fugirmos da dor. Quando é suficientemente forte, a Anaquiladora despoja-nos de tudo que faz de nós o que somos, até sermos reduzidos a criaturas inferiores aos animais, criaturas com um só desejo e um só objectivo: a fuga.

10 janeiro, 2012

 

Ver-te à 1h da manhã no metro; a minha irmã disse que era coincidência. E sabes a minha resposta? As coincidências não existem.
Agora entendo a força que o nosso pensamento e que as nossas memórias/recordações podem alcançar. Passei, sem exagero, o jantar quase todo a pensar em ti, em como estavas e no que me tens feito ao longo deste tempo, e tu apareces assim sem avisar, apenas para deixar mais uma marca, para criar um vazio enorme dentro de mim ao saíres na estação anterior à minha. A verdade é que quanto mais queremos reprimir as saudades que temos de alguma coisa ou de alguém, o tempo encarrega-se de nos trazer com o vento do passado as provas vivas da sua existência à frente dos nossos olhos. E para não bastar, para além de fazer já parte do coração, entra de novo na nossa vida. 
Mas achas que te deixei penetrares na minha cabeça, nos meus pensamentos e trazer-me pensamentos sem fim durante dias a fio? Não, desta vez não. Arranjei, com a ajuda da minha irmã, coisas positivas do sucedido. Sim, porque existe um lado positivo em tudo. Mesmo no próprio sofrimento. Se hoje estamos a sofrer, amanhã podemo-nos vir a sentir melhor, e o bem-estar dá-nos força para nutrirmos amor próprio dia após dia. Mas recuperando a acção anterior: sabes o que conclui? Que estou preparada para ficar sem ti. Tive coragem suficiente para não ir atrás de ti no metro, e sair na paragem a seguir. Basta respirar fundo e saber trazer à memória as coisas mais importantes da nossa vida e o que sabemos que não nos vai fazer mal, nem nos procurar com o intuito de nos deixar momentos logo a seguir.
Aprendi que há mais para além de ti, e eu vou viver. Acredito que um dia consiga voltar a sonhar, porque sonhar é preciso, e quem sonha, concretiza.

new moon


Ontem encostou-se à parede e apenas com a força da sua vontade começou a dominar gradualmente cada uma das suas emoções desgovernadas, obrigando-as a submeterem-se à única coisa que a poderia salvar da insanidade: a razão.

09 janeiro, 2012

a tua cobardia ainda me surpreende.

sempre foi assim...

Não percebo como é que só agora estando de fora é que consigo ver parte da pessoa que és. Ligas-me toda feliz e contente a desejar um bom dia, falas comigo por mensagens como se fosse o segundo amor da tua vida, ou o primeiro, vai-se lá perceber a tua cabeça. E vês-me à uma da manhã no metro, e nem um aceno és capaz de fazer. A ignorância não vai resolver nada, mas continua a afastar-me, porque vai chegar o dia em que me vais procurar, procurar o sentimento que tinha por ti e não o vais encontrar, por tanto me teres magoado com estas tuas atitudes
Dizem que "a coragem é o domínio do medo, não a sua ausência". Então tu tens medo de quê? Sim, é uma pergunta rectórica porque sei a resposta e tu também sabes, mas não vou mais procurar-te. O importante é estares bem, e se é assim que te sentes, então segue em frente, que eu também não vou ficar pelo caminho. Tenho aprendido a levantar a cabeça, porque de nada nos adianta andar com ela para baixo.

"são aqueles que mais amamos que nos animam num instante e nos destroem sem se esforçarem."
apesar de tudo ainda te amo, mas amo-me mais a mim.

08 janeiro, 2012

live and let live


"So don't you ever for a second get to thinking that you're irreplaceable!"

03 janeiro, 2012

despertar*

A nossa vida é onde nós estivermos.

vou deixar de ser um boneco nas tuas mãos.

Fazes-me sentir uma pessoa que não sou, fazes-me sentir toda a minha auto-estima ir ao fundo do mar e é como se tivesse uma âncora presa ao meu corpo da qual não me conseguisse soltar, impedindo-me de voltar cá acima. Não posso mais deixar que me faças isto. Procuras-me quando te falta algo e depois largas-me quando já estás completa. Como já tinha dito há uns meses: preciso de ar. E é isso que vou procurar. Pensava que eras tu que ainda mo davas, e parte de mim sente isso, mas não és e já me mostras-te isso. Chama por mim, se quiseres. Mas não mais para brincar às escondidas. Obrigada por me fazeres crescer.

ps: agora sei a resposta à pergunta que te fiz. Estarás aí sim, quando precisares de mim.